quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Paranaguá: Prefeitura pede e Dnit se compromete a revitalizar sinalização das Avenidas Bento Rocha e Ayrton Senna

Após pedido da Prefeitura, por meio do secretário municipal de Segurança, Cícero Alves Fernandes, o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) respondeu, por meio do ofício 0076, de 19 de janeiro de 2015, e se comprometeu a fazer a revitalização da sinalização horizontal e vertical das avenidas Ayrton Senna e Bento Rocha, muito usadas por caminhões com destino ao Porto de Paranaguá.
O serviço precisa ser feito pelo Dnit porque as duas vias estão sob jurisdição federal, não cabendo à Prefeitura a sua manutenção.
Mesmo assim, preocupado com a segurança dos parnanguaras e visitantes que trafegam pela via diariamente, o prefeito Edison Kersten pediu ao secretário de Segurança que se empenhasse na relação com o órgão federal para conseguir a revitalização da sinalização.
“Foi um pedido pessoal do prefeito Edison tendo em vista que a via é muito utilizada por parnanguaras para acessar diversos bairros. Ficamos felizes em obter esse comprometimento por parte do Dnit”, disse Fernandes.
Ainda segundo o ofício do Dnit, foi publicado no Diário Oficial da União o Resultado de Julgamento Final, cujo objetivo é fazer a recuperação e conservação da via pela empresa Construtora Macadame Ltda.
O contrato está em fase de assinaturas e, segundo o órgão, as atividades iniciarão em breve.
O Dnit também informa que está realizando estudo de viabilidade técnica para intervenções maiores na via, visto que há recurso disponível para este investimento.
Assessoria de imprensa

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Agência do Trabalhador com novo endereço em Pontal do Paraná

Foi inaugurado o novo prédio da Agência do Trabalhador de Pontal do Paraná em parceria com o governo do estado.
A Secretaria de Ação Social concentra forças para executar projetos comunitários para desenvolvimento pessoal, profissional e familiar.
Realizamos uma grande parceria com o Governo de Estado (onde as despesas de telefone e aluguel será por conta do Governo do Estado) e inauguramos a nova Agência do Trabalhador Com espaço ampliado, maior capacidade de atendimento e melhor acessibilidade para pessoas com deficiência, traz também sala para cursos.
Esse novo prédio apresenta grandes projetos, como os cursos técnicos (pronatec) gratuitos, Banco do Empreendedor, com vários contratos aprovados, financiando desenvolvimento local.
Além disso, a nova Agência tem uma localização privilegiada, é um presente para a população de Pontal do Paranဝ, disse Ruth Figueredo chefe do escritório regional da Secretaria de estado da Família e adolescente. 
A nova Agência do Trabalhador possui uma estrutura excepcional, “valorizando os funcionários da agencia”.
Equipamentos novos permitindo um atendimento mais eficiente e ágil no atendimento ao trabalhador. Atendemos também emissão de carteira de identidade, carteira de trabalho, seguro desemprego, seguro pescador e alistamento militar.
A Agência do Trabalhador de Pontal do Paraná
Rua Baroneza do Cerro Azul nº 123 – Balneário Praia de Leste
Fone: 3972-7063 - 3458-3372
Cleusa Ferreira
Assessoria de Comunicação

Paranaguá: Prefeitura pede e Dnit se compromete a revitalizar sinalização das Avenidas Bento Rocha e Ayrton Senna

Após pedido da Prefeitura, por meio do secretário municipal de Segurança, Cícero Alves Fernandes, o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) respondeu, por meio do ofício 0076, de 19 de janeiro de 2015, e se comprometeu a fazer a revitalização da sinalização horizontal e vertical das avenidas Ayrton Senna e Bento Rocha, muito usadas por caminhões com destino ao Porto de Paranaguá.
O serviço precisa ser feito pelo Dnit porque as duas vias estão sob jurisdição federal, não cabendo à Prefeitura a sua manutenção.
Mesmo assim, preocupado com a segurança dos parnanguaras e visitantes que trafegam pela via diariamente, o prefeito Edison Kersten pediu ao secretário de Segurança que se empenhasse na relação com o órgão federal para conseguir a revitalização da sinalização.
“Foi um pedido pessoal do prefeito Edison tendo em vista que a via é muito utilizada por parnanguaras para acessar diversos bairros. Ficamos felizes em obter esse comprometimento por parte do Dnit”, disse Fernandes.
Ainda segundo o ofício do Dnit, foi publicado no Diário Oficial da União o Resultado de Julgamento Final, cujo objetivo é fazer a recuperação e conservação da via pela empresa Construtora Macadame Ltda.
O contrato está em fase de assinaturas e, segundo o órgão, as atividades iniciarão em breve.
O Dnit também informa que está realizando estudo de viabilidade técnica para intervenções maiores na via, visto que há recurso disponível para este investimento.
Assessoria de imprensa

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Após 20 anos, sobreviventes falam da queda de prédio no litoral do Paraná

Há 20 anos, a cidade de Guaratuba era cenário da maior tragédia do litoral do Paraná. No dia 28 de janeiro de 1995 o Edifício Atlântico desabou, matando 29 pessoas e deixando sete feridos. À época, vizinhos do prédio relataram que a estrutura ruiu rapidamente. Não faltaram esforços, em um trabalho de formiga, para retirar os entulhos na tentativa de localizar sobreviventes.
Prefeito de Tomazina, Guilherme Cury, estava no Edifício Atlântico no dia do acidente (Foto: Reprodução/ RPC)O pescador Sebastião Pereira Junior ainda mora ao lado do espaço onde ficava o Edifício Atlântico. Ele conta como todos se uniram diante da tragédia. “Teve a mobilização do povo. O povo é muito solidário. Todo mundo se uniu, o pessoal destes apartamentos se mobilizou. Abriram as portas para as equipes de resgate. Foi muito triste para nós, como vizinhos”, lembrou.

O prédio, de seis andares, estava em obras para o reforço de colunas de sustentação. Alguns moradores e veranistas já haviam demonstrado preocupação em virtude de rachaduras, dias antes do desmoronamento. Segundo os sobreviventes, minutos antes da estrutura ruir, foi ouvido um estalo.

Atualmente, o terreno está vazio. São os moradores da região que o mantém, evitando que a grama cresça. Para eles, o ideal seria que algo fosse construído no espaço para que a triste memória fosse apagada. “Tinha que fazer uma creche, uma escola, talvez, uma pracinha, para tirar este mau vestígio”, disse Junior.

Polliana Pundek faz parte do grupo de sete sobreviventes. Depois de 20 anos, ela falou pela primeira vez sobre o caso a um veículo de comunicação. Em entrevista a RPC, ela afirma que, após um período de tentativa de reestruturação física, espiritual e mental, sente a necessidade de relatar como a tragédia foi tratada.

Polliana tinha 20 anos em 1995. Ela ficou presa nos escombros por cerca de oito horas – a jovem estava no primeiro andar, e o resgate foi difícil, uma vez que existia o risco de um novo desabamento sobre ela. 

“Eu estava deitada no meu quarto e houve um primeiro estrondo. Na hora em que deu o segundo estrondo, sai correndo. Eu lembro-me que estava na porta do meu quarto. Eu estava de pé, saindo do meu quarto. No mesmo segundo, ficou tudo escuro. Eu imagina que qualquer coisa que eles fizessem lá fora ainda pudesse empurrar mais laje, mais material em cima de mim. Eu lembro-me que ia tirando pedra por pedra por um balde, que eles colocaram por um buraco, porque não conseguiam chegar aonde eu estava. Eu fui tirando e fui ajudando a abrir o espaço para eu sair ”, contou Polliana.

Ao todo, o resgate das vítimas durou 50 horas. Participaram policiais militares, civis, médicos e muitos voluntários. O Corpo de Bombeiros enviou um efetivo de cerca de 100 homens para o trabalho. O coronel Osni Bortolini ajudou nesta difícil missão.

“Eu lembro-me muito bem que a Polliana estava em um lugar protegido por uma porta. No desabamento, ela acabou ficando entre esta porta e os escombros. O trabalho era muito difícil, quase artesanal, porque nós não podíamos remover rapidamente os escombros. Mas, sim, pedaço por pedaço para não tivesse nenhum prejuízo a vida dela”, recordou o coronel.

Polliana perdeu o pai, a mãe e o irmão no desabamento. Os ferimentos foram sérios. Ela ficou meses no hospital e quase teve as pernas amputadas. A sobrevivente precisou de um ano para voltar a andar. Hoje, ela convive com dores, saudades e a indignação por nunca ter sido indenizada.

"Não é por isso que eu vou reclamar da vida, afinal de contas, estou viva, tenho a minha família, mas me dá uma indignação. [Por causa] do erro de uma pessoa eu tenho que ficar a minha vida inteira, até morrer, com essa lembrança" - Polliana Pundek, sobrevivente

A advogada de Polliana, Marina Martynychen, diz que o prédio nem deveria ter sido construído. “Ficou comprovado nos autos do processo criminal que não havia sequer um projeto estrutural, apenas um projeto arquitetônico, que significa a fachada”, disse Martynychen.

Segundo ela, o projeto estrutural traria cálculos de quanto o edifício aguentaria de peso e a indicações dos materiais, por exemplo.

Cobrança de IPTU
Apesar de o prédio ter ruído há duas décadas, a prefeitura de Guaratuba ainda cobra valores referentes ao Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).
Como não pagou o imposto, Polliana está em dívida com o município de Guaratuba. O débito é de aproximadamente R$ 15 mil. De acordo com a advogada Martynychen, existe um entendimento do Poder Judiciário de que em terrenos no qual, por danos, não há um exercício do proprietário, não se deve cobrar IPTU.
Prefeitura reconhece que cobra IPTU do Edifício Atlântico desde 1996
Além disso, foi autorizada a penhora do apartamento, mesmo o local não existindo mais. Martynychen afirmou ter feito uma pesquisa e localizado outras pessoas que vivem situação semelhante.

Segundo ela, o município está executando dívidas referentes ao Edifício Atlântico e penhorando apartamentos. “Essa é uma angústia, eu não me conformo”, diz Polliana.
A Prefeitura de Guaratuba informou que desde 1996 cobra o IPTU de todos os apartamentos do Edifício Atlântico de acordo com a fração ideal, ou seja, a área que possuíam no prédio que já não existe. A administração pública argumenta que nenhum documento foi apresentado, demonstrando que houve qualquer alteração nas matrículas imobiliárias.
Quanto à penhora do apartamento de Polliana, a Prefeitura de Guaratuba afirmou que precisaria de tempo para verificar a situação já que possui mais de 70 mil ações na Justiça.
A RPC entrou em contato com a família do engenheiro Ney Batista Torres, responsável pela construção do Edifício Atlântico. Ele e o filho, Luiz César de Melo Torres, que também foi responsabilizado na época do desabamento, não quiseram falar sobre o caso. Ney Torres teve o registro cassado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PR) em 1998.

Seguindo o caminho do pai

Outro sobrevivente é Guilherme Cury, atual prefeito de Tomazina, no norte pioneiro. Era para ser a primeira temporada de férias da família de Guilherme no novo apartamento em Guaratuba -  o que seria diversão acabou com a morte de sete familiares e mais três amigos.

Ele foi um dos primeiros a ser encontrado nos escombros do Edifício Atlântico. Ficou preso entre uma viga e um guarda-roupa. Com o impacto, Guilherme teve uma lesão na medula e precisou fazer um tratamento que durou seis meses.

Eu não esqueci, eu lembro todos os dias, mas eu superei um momento difícil e estou conseguindo levar a minha vida da melhor maneira possível"

Guilherme Cury, sobrevivente do Edifício Atlântico

Guilherme tinha 15 anos e dormia no apartamento que ficava no terceiro andar. “A sensação [foi] do meu corpo caindo e logo que chegou ao chão, que deu o impacto, eu acabei desmaiando”, contou.

Na época do acidente, o pai de Guilherme era o prefeito de Tomazina. Anos depois, ele começou a amadurecer a ideia de terminar o trabalho que o pai não pode terminar. Agora, Guilherme exerce o segundo mandato.


“É uma forma de honrar tudo o que ele pensava, de tentar completar o que ele iniciou (...). Eu tenho certeza que o mais importante de tudo isso é poder dizer que eu superei. Eu não esqueci, lembro todos os dias, mas eu superei um momento difícil e estou conseguindo levar a minha vida da melhor maneira possível”, acredita Guilherme.

Feira gastronômica no litoral do PR terá food trucks com chefs de Curitiba

Moradores e turistas do litoral do Paraná poderão aproveitar a primeira edição da Feira Gastronômica do Litoral, que ocorre nos municípios de Matinhos e Guaratuba. Os “food trucks”, restaurantes sobre rodas, e chefs de Curitiba e região se reúnem para levar a tradicional gastronomia de rua às praias do estado.
Preço dos pratos varia entre R$ 8 e R$ 20 (Foto: Fabiano Camargo/Divulgação)O preço dos pratos varia entre R$ 8 e R$ 20. Cerca de 20 expositores devem participar do evento, que contará também com shows e lounges estruturados com mesas, cadeiras e banheiros.
O evento, que ocorre em duas etapas, começou nesta sexta-feira (23) e vai até domingo (25) na Praça Dante Luiz Junior, na Praia Mansa de Caiobá. A segunda etapa será realizada em Guaratuba, entre 30 de janeiro e 1º de fevereiro, na Praça da Paz, próximo ao Ginásio José Richa. Os horários são os mesmos para as duas cidades – sexta e sábado das 16h às 23h e domingo das 14h às 20h.
Os restaurantes que participam da feira são: D'vicz, Gelataio , Homem caranguejo, JPL, La grappa e F#%*ing beer, La polenteria, My way, Nieveria, Sítio sambaqui, The meatpack house e Way beer. Outros detalhes podem ser obtidos pelo telefone (41) 3151-0074.

Boletim do IAP mostra que melhora a balneabilidade no Litoral paranaense

O nono boletim de balneabilidade da temporada, divulgado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) nesta quinta-feira (29), mostra que houve uma melhora na qualidade da água no Litoral paranaense. Nesta semana, apenas dois pontos aparecem como impróprios para banho: Ponta da Pita, em Antonina, e no Rio Marumbi, em Morretes.

O monitoramento da qualidade da água é realizado desde a criação do órgão ambiental e avalia a concentração de bactérias Escherichia coli (E.coli) na água, que possibilita a verificação da contaminação por esgoto sanitário clandestino, de acordo com os padrões estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Por isso, o IAP alerta para que, ao alugar uma casa para a temporada, o veranista verifique se o imóvel está devidamente ligado à rede de esgoto do município ou se a fossa séptica está devidamente limpa.

ALERTA - Os locais avaliados são escolhidos de acordo com a concentração de banhistas e frequência que são utilizados para recreação. O IAP alerta que tomar banho em água contaminada pode causar doenças de pele, gastrenterite e infecções nos olhos, ouvidos e garganta. Doenças mais graves também podem ser transmitidas pela água, como hepatite A, cólera e febre tifoide.

SINALIZAÇÃO - No Litoral, os veranistas podem acompanhar a qualidade das águas por meio de bandeiras instaladas na orla, em totens eletrônicos e outros serviços do Governo do Paraná.
A bandeira de cor vermelha significa que a água está imprópria para banho nos 100 metros à esquerda e à direta da sinalização. A azul indica que a água possui bons índices e pode ser aproveitada pelos banhistas.

PORTA DE ENTRADA - Rios, canais e galerias de águas pluviais são as portas de entrada para a contaminação fecal e, consequentemente, os trechos de praia nas proximidades de sua foz que apresentam os mais altos índices de contaminação. Por isso, além desses pontos monitorados toda semana, esses locais são sinalizados permanentemente como impróprios e devem ser sempre evitados.

LOCAIS - Os locais com essas características no Litoral Paranaense são em Guaratuba (Rio Saí-guaçu, Rio do Tenente, Rio das Pedras, Canal do Camping, Canal Clevelândia, Galeria Mal. Deodoro, Rio Brejatuba); Matinhos (Canal da Praia Mansa, Canal Caiobá, Rio Matinhos); Pontal do Paraná (Rio Olho d'água); e Ilha do Mel (Rio Pontinha).

Os veranistas de todo Estado também podem obter essa informação no site do IAP (www.iap.pr.gov.br), junto à imprensa e nos comércios locais.

Litoral do Paraná possui dois pontos impróprios para banho, segundo IAP

Dois pontos do litoral do Paraná seguem impróprios para banho, de acordo com o nono boletim de balneabilidade divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Ambiental Paranaense (IAP). A Ponta da Pita, em Antonina, e o Rio Marumbi, em Morretes, apresentaram problemas na qualidade da água nesta semana.
Ambos foram considerados impróprios para banho no boletim anterior. Já o Rio Nhundiaquara, que também estava na lista, deixou de aparecer como impróprio. O monitoramento da água é realizado em 47 dos 90 quilômetros de praia do estado.
O instituto alerta que tomar banho em água considerada imprópria pode causar doenças de pele e gastroenterite, além de infecções diversas. Doenças mais graves como hepatite A, cólera e febre tifoide também podem ser transmitidas pela água.
O boletim de balneabilidade da Costa Oeste e Norte do Paraná deve ser divulgado na sexta-feira (30), segundo o orgão.

A análise

O IAP monitora a qualidade da água no Litoral, Costa Oeste e Norte do estado desde que foi criado, em 1992. O instituto avalia a concentração de bactérias Escherichia coli (E.coli), conforme os padrões estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
Os veranistas podem obter informações sobre a qualidade da água por meio dos painéis eletrônicos, no site do IAP e nos comércios locais, além das bandeiras instaladas na orla paranaense. A bandeira de cor vermelha indica que a água está imprópria para banho e a azul sinaliza que a água está dentro dos índices de normalidade e podem ser aproveitadas pelos banhistas.